Eu não tinha muito contato com a família da minha mãe. A maioria morava em outra cidade do interior, nos víamos uma ou duas vezes ao ano. Geralmente no Natal e nas férias do meio do ano. Meu tio tinha um grande sítio, com piscina, pomar e curral. E foi em um desses Natais que este fato sucedeu.
Eu tinha um primo mais velho que era do exercito, como meu tio. Na verdade boa parte dos homens da família eram das forças armadas. Tanto da família da mãe quanto do pai.
Esse dito cujo primo era o mais bonito e mais rebelde de todos. Tinha 19 anos (quatro a mais que eu) e era o único com quem eu me entendia. Escutávamos o mesmo tipo de música, ambos gostávamos de ler e ambos jogavam vôlei. Eu era a prima favorita, e também a única na faixa de idade, as outras eram bem mais velhas ou bem mais novas.
Uma tarde saímos pra tomar banho de cachoeira, que ficava dentro da propriedade do meu tio. Fomos só nós dois. A água era gelada e cristalina, e havia uma pedra de onde podíamos pular. Depois que a gente se cansou de pular fomos sentar nas pedras. Ficamos conversando sobre um monte de coisas e ele me contou como foi a primeira vez dele. Perguntou se eu ainda era virgem.
Eu disse a verdade. E disse como aconteceu. Ele era o único com quem eu podia falar essas coisas. Ele por fim me disse: “Vou sair do exército. To querendo fazer cinema.” “Vão te trucidar, você sabe, né?” “Sei, mas não agüento mais.” Nós ficamos lá até quase anoitecer. Depois fomos jogar bola.
Jogamos no jardim até quase todos dormirem. Então ele disse: “Eu tô ficando com uma dor nas costas, me faz uma massagem?” Ele estava num quarto sozinho, porque era o local mais quente e o primeiro que ficava claro, ninguém queria dormir lá. Fomos pro quarto dele. Ele deitou-se na cama e eu comecei a fazer a massagem. Ele tinha um corpo bem sarado. E enquanto passeava com minhas mãos me peguei desejando-o. Fiz uma meia hora (combinamos 10mim), daí ele disse: “Agora eu faço em ti.” E eu deitei. Ele desamarrou meu biquíni e começou a passar as mãos nas minhas costas. Voltei a desejá-lo.
E fez cócegas. Depois começou a passar a mão entre minhas coxas, por baixo da saia. E por baixo do biquíni. Abriu um pouco minhas pernas e deitou-se por cima de mim, colocando, pela frente, a mão dentro do meu biquíni, mas com o short ainda fechado. Beijou meu pescoço e com a outra mão acariciou meus seios descobertos. Eu, ainda de costas, coloquei a mão dentro do short dele, que gemeu no meu ouvido.
Ele levantou minha saia jeans e desamarrou a calcinha do meu biquíni. Eu abaixei seu short e o conduzi até mim. Ele estremeceu assim que colocou. Eu também. Depois de algum tempo disse: “Droga, esquecemos uma coisa!” e procurou uma camisinha na mala que estava no chão. E assim que achou disse: “Que burro! Estragou o clima!” “Relaxa,” eu disse me ajoelhando e colocando nele, “eu não esfrio assim tão fácil.” Ele sorriu e me puxou. Tirou completamente minha saia e me sentou em seu colo.
O resto foi rápido. Mas não no outro dia. Fomos pra cachoeira, como de costume e lá nos agarramos de novo. Dentro da água (as preliminares) e nas pedras. Não esquecemos a camisinha dessa vez. Ou nenhuma outra. Ficamos todo o feriado de Natal e Ano Novo nessas brincadeiras. Depois desse episódio comecei a tomar pílula.
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