Assim que terminou o leilão Gambit me levou pra dar um passeio no jardim. Fumamos um baseado e ele me contou um pouco de como eram as festas. Era uma liberdade completa. As regras eram seguidas ao pé da letra. Ele falou de um homem que foi expulso porque beijou uma mulher à força. Perguntei se o homem não teria se vingado. “Como? Ninguém conhece ninguém. E todas as reuniões são em locais diferentes. Amanhã ao meio diz essa casa vai estar vazia.”
“Mas alguém deve saber quem somos, existe uma mente por trás de tudo.” “Sim, mas ninguém sabe quem é. As regras são exatamente pra que o segredo não saia daqui. É proibido se encontrar fora.” Fiquei encucada, mas se as regras eram respeitadas não haveria o que temer. Ali mesmo Gambit me beijou. “Porque você me comprou?” “Achei que pra primeira vez você merecia alguém carinhoso.” E sorriu.
Dali ele foi me mostrar o que acontecia no resto da casa. No primeiro piso havia três grandes salões, o da entrada onde tocava música e as pessoas dançavam, o de janta com uma imensa mesa cheia de comidas variadas e um bar ao canto com dois atendentes gatos e que também usavam máscaras, e mais um com sofás, divãs, pufes e almofadas. No segundo haviam quartos com temas, um era todo na luz negra, outro tinha jogo de luz e um globo no teto, outro era no estilo indiano, com incenso e músicas leves, outro tinha camas de massagem. Eram uns dez.
Mas havia uma diferença, antes de entrar havia um vão na parede onde você podia entrar e ver, através de um vidro, o que acontecia lá dentro. Quem estava dentro não podia ver quem estava fora porque se olhava num espelho, mas de fora era apenas um vidro. Gambit me chamou pra observar um desses quartos. Havia dois homens e duas mulheres dentro.
Na parede mais alguns que, como nós, observavam a cena. Gambit encostou-se na parede e me colocou em sua frente. Enquanto observávamos os quatro no lado de dentro ele começou a acariciar minhas pernas, por baixo da saia do vestido. Depois colocou a mão na minha calcinha. Com a direita tirou um canivete butterfly do bolso, girando-o na mão para abri-lo. Tive o ímpeto de sair, achei que ele mentira sobre manter as regras. Mas ele me segurou forte pela cintura, e passando levemente a lâmina fria na minha coxa cortou minha calcinha.
Ele sorriu, guardou o canivete e abriu o zíper do meu vestido que era um tomara que caia com a saia rodada. Ainda estávamos os dois de frente para o vidro, acariciou meus seios e minhas coxas enquanto beijava minha nuca. Baixou o top do meu vestido até a cintura e eu fiquei com os seios e as costas descobertos. Começou a me acariciar novamente por baixo da saia, até que eu soltei um gemido curto.
Abriu o zíper da calça e me fez baixar um pouco meu tronco. Com os pés me fez afastar as pernas um pouco mais e se posicionou. Agarrou minha cintura forte com as duas mãos e me puxou pra perto de si. Depois agarrou meus cabelos e puxou meu tronco de volta. “Quero ouvir você gemer pra mim.” Disse baixinho no meu ouvido. E começou a mover o quadril lentamente.
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