sexta-feira, 5 de março de 2010

Bananas de Pijamas

No decorrer do carnaval fui provocando os gêmeos aos poucos. Sendo uma das duas únicas meninas que fumavam maconha e a única que ficava acordada até tarde jogando cartas, consegui fazer amizade com os meninos mais rápido.

Nós fumávamos na praia anoite, depois tomávamos banho no mar quentinho. Ou fumávamos no gramado e ficávamos contando as estrelas. Nossa casa era bem longe da agitação dos trios e das praças. Preferíamos ficar em casa.

Na terça anoite, o B2 (com quem já tinha ficado) me chamou pra fumar um baseado na praia. Eu disse maliciosa “Chama o B1 também.” Ele entendeu o que eu estava propondo Fomos passear na beira da praia, andamos até que encontramos uma cabana de palha, ela tinha três paredes e um teto. Sentamos lá e começamos a fumar.

Antes do beck parar de rodar beijei o B2, quando o beck chegou na mão dele perguntei pro B1 “Você quer um beijo também?” Nos beijamos. Os dois tinham beijos bem diferentes. Uma era mais molhado, o outro mais sugado. O B2 começou a acariciar meus seios, desamarrando o top biquíni. O B1 acariciava minha coxa e me beijava.

Eu tirei o short do B2 enquanto o B1 tirava o meu. Tirou também a calcinha do meu biquíni, beijando a parte interna das minhas coxas. Brincamos um bocado.

Depois o B2 deitou-se no chão me colocando sentada sobre ele, o B1 aproveitou a deixa e me agarrou por trás. Continuamos com essa travessura a três dentro da água quentinha do mar. O balanço das ondas atrapalha um pouco, mas como estávamos quase normais de novo deu certo. A praia deserta, a luz da lua e o barulho das ondas, não tinha como a noite ter sido melhor.

Voltamos pra casa rindo e conversando como se nada tivesse acontecido. Meu irmão perguntou: “Onde vocês tavam?” “Fomos tomar banho numa piscina natural que tem pra lá.” Disse eu apontando. “A água fica bem calminha.” E fui tirar o sal no chuveiro. O B1 chegou pra mim e disse: “Acha que ele percebeu?” “Esse leso aí, nem perigo.” “Que pena que amanhã a gente vai embora né?”

Que pena mesmo. Gostei da experiência de ter dois homens. Queria repeti-la. É estranho (e dolorido no começo), mas quando os dois se movimentam igual fica muito gostoso.

Nós repetimos a dose anos depois, acho que eu tinha 19 ou 20 anos. Os encontrei num bar que fui com umas amigas. Eles me reconheceram (a gente não tinha mais se visto depois do carnaval) e depois que cada uma delas se arrumou com alguém, e eu sobrei, eles me chamaram pra um motel.

Lá relembramos aquele mágico carnaval.

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