domingo, 14 de fevereiro de 2010

Seven Minutes in Heaven

Depois do episódio do Pero Vaz eu e o Roberth ficamos mais próximos. Na noite seguinte era aniversário dele e eu quase não ia, cheguei bem atrasada. Minha mãe tava recebendo em casa, de visita, uma amiga de infância, mas a mulher não ia dormir de jeito nenhum. Só consegui sair por volta de uma da manhã, quando elas resolveram parar de recordar o passado na cozinha (que era ao lado do meu quarto).

Quando cheguei na festa fui recebida pelo mais lindo sorriso que o Roberth já deu. “Pensei que não vinha mais” “Tive que esperar minha mãe dormir.” É claro que já tinha gente bêbada no local, mas a maioria ainda tava de pé. Encontrei minhas amigas e notei que o Roberth olhava pra mim de um jeito diferente. “ele sempre te olhou assim, você que nunca notou.” Disse Tibby. “É verdade, por isso nenhuma de nós nunca quis ficar com ele, todo mundo sabe que ele é louco por ti.” Falou Carmen

Só pra esclarecer, todas nós já tínhamos ficado com alguém da turma, eu tinha ficado com três, os gêmeos Pedro H. e Pedro L e o Marreco. As outras tinham ficado com um ou dois. Nessa noite a Carmen tava com o Marreco, a Lena com o Mosca e a Tibby com o Popeye. Mas essa do Roberth era novidade, realmente ele nunca tinha ficado com nenhuma de nós, e quando ficava com outra menina era sempre muito discreto.

Daí alguém bêbado teve a idéia de brincar de “seven minutes in heaven”. O aniversariante teve o direito de escolher com quem ele iria, e ele me escolheu. Eu ainda tava meio em choque em saber que ele era afim de mim, mas já tinha bebido o suficiente para não estar preocupada com isso.

O lugar escolhido foi o quarto dele (porque a casa dele não tinha closet) e assim que entramos ele trancou a porta na chave (pra ninguém de fora abrir) e colocou um pano na maçaneta (pra ninguém espiar pelo buraco da fechadura). Dava pra notar que ele tava meio nervoso.

Primeiro ele colocou meu cabelo atrás da orelha e disse: “Não vou fazer nada que você não queira, tá?” “Você eu deixo fazer o que quiser”. E ele me beijou. Um beijo forte, sugado, gostoso. Ele vagarosamente desabotoou a blusa e mostrou o corpo sarado, eu tirei minha blusa. Nos sentamos na cama e ele passou a mão por baixo da minha saia. Bem devagar, subindo na minha coxa. Com a outra abriu meu sutiã.

Deitamos e ele deslizou a mão pra dentro da minha calcinha. Eu comecei a ficar ofegante, mas ele não abriu a calça. Depois começou a beijar meus seios, e enquanto brincava com a mão colocou o ouvido mais perto da minha boca, pra ouvir meu gemido. Fiquei mais ofegante e comecei a perder a noção do que acontecia. Eu comecei a gemer cada vez mais alto, com meu corpo se contorcendo, gemi quase como um grito e ele me beijou pra abafar o som. O mordi sem querer. Ele só sorriu. Lindo como só ele sabia.

Alguém bateu na porta, nossos sete minutos de paraíso haviam acabado.

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